Estamos mal acostumados. Não sabemos conviver com as diferenças. É mais fácil romper de uma vez e que cada qual viva com queira do que viver a caridade e o amor fraterno numa sociedade tensionada e desequilibrada.
A guerra entre nós? Jamais! Mas, viver nossas diferenças como um desafio para viver com mior amor e gratuidade nossas idiosincrasias e diferenças. A igreja não é um quartel uniformizado, mas uma comunidade enriquecida pela diferenças pessoais e culturais. Diferenças como dom de Deus para o bem de todos.
O que me incomoda não é a diversidade de opiniões, mas insegurança que sinto nessa situação!
Romper a comunhão jamais!
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